quinta-feira, 27 de outubro de 2011
A vida da E.M. Dolores Francisca de Melo
A escola E.M. Dolores Francisa de Melo se encontra situada na comunidade de Lagoa dos Paus, em São Francisco de Itabapoana, 28230000, Rio de Janeiro, Brasil. Ela atende a própria comunidade e também as comunidades de Barro Branco, Macuco, Ponta da Ilha. É uma escola maravilhosa, onde todos os funcioários são unidos e fazem de tudo para dar para os alunos o melhor ensino possível.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Informática e educação
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| http://ciberespaconaescola.blogspot.com |
É de fundamental importância que todos os professores dentro de suas formações, entrem em contato com a informática e tenham aulas sobre assunto, porque os nossos educandos entendem do assunto e também sentem a necessidade de buscar na mesma aprimoramentos de seus conhecimentos apreendidos na sala de aula. Além disso os professores precisam de mecanismos diferentes para tornar sua aula mais interessante e buscar meios de aprendizagem diferentes para seus alunos , conteúdos visto de maneira diversificada. Isso é possível a partir da informática.
Amigos professores vamos nos preparar tecnologicamente para receber nossos alunos cada vez melhor e com novidades felizes para ele.
Ilhabela inicia projeto informática na escola 2011
No total são 13 laboratórios distribuídos pelas escolas do município. O curso contempla um aluno por computador e atende estudantes do 4ª ao 9ª ano. São mais de mil alunos participando do projeto que trabalha também a formação profissional. O objetivo é expandir as aulas ainda aos monitores, professores, coordenadores e funcionários da secretaria.
O contato com o computador e um mundo de oportunidades que a internet oferece encanta os estudantes. O aluno João Pedro Sabino, da E.M. José Benedito de Moraes, no Reino, nem mesmo esperou a aula começar, sentou-se à frente de um computador e escreveu uma redação. A secretária de Educação, Lídia Sarmento, vê o curso como uma importante ferramenta de estímulo à leitura e exercício da alfabetização. Segundo ela, na escola os alunos vão encontrar formação e não jogos, redes de relacionamento, e-mails, o foco será o aprendizado. “Escolhemos este projeto porque é apostilado e o aluno precisa ler e interpretar, mas eles acabam fazendo isso sem perceber porque estão empolgados em passar de fase”, explica. A inclusão digital já faz parte do dia a dia dos alunos da rede municipal de ensino de Ilhabela. A Secretaria de Educação deu início este mês às aulas do projeto “Informática na Escola” edição 2011. O curso de alfabetização digital foi implantado o ano passado em parceria com a empresa Multimídia, nos moldes do “Programa Informática da comunidade”, que conta com apoio de atletas olímpicos.
Fonte: www.onoticiado.com.br
O contato com o computador e um mundo de oportunidades que a internet oferece encanta os estudantes. O aluno João Pedro Sabino, da E.M. José Benedito de Moraes, no Reino, nem mesmo esperou a aula começar, sentou-se à frente de um computador e escreveu uma redação. A secretária de Educação, Lídia Sarmento, vê o curso como uma importante ferramenta de estímulo à leitura e exercício da alfabetização. Segundo ela, na escola os alunos vão encontrar formação e não jogos, redes de relacionamento, e-mails, o foco será o aprendizado. “Escolhemos este projeto porque é apostilado e o aluno precisa ler e interpretar, mas eles acabam fazendo isso sem perceber porque estão empolgados em passar de fase”, explica. A inclusão digital já faz parte do dia a dia dos alunos da rede municipal de ensino de Ilhabela. A Secretaria de Educação deu início este mês às aulas do projeto “Informática na Escola” edição 2011. O curso de alfabetização digital foi implantado o ano passado em parceria com a empresa Multimídia, nos moldes do “Programa Informática da comunidade”, que conta com apoio de atletas olímpicos.
Fonte: www.onoticiado.com.br
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A leitura no cotidiano do aluno
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| frankcastiglione.wordpress.com |
A leitura é um fator importante na vida de qualquer pessoa. Imagine, o que seria de nós sem os códigos da escrita, ou melhor, como é difícil para um indivíduo viver dentro de uma sociedade letrada e não saber decodificar os códigos da escrita.
É nosso papel como educador ou como pais, nos interessar pela leitura, e assim despertar nos nossos alunos ou filhos o desejo de viajar por esse mundo fantástico da leitura.
Muito se é cobrado do estudante brasileiro, seja em vestibular ou em concursos no seu geral, a redação. A mesma tem que ser perfeita, com as estruturas básicas e complexas que compõe um texto, como por exemplo: introdução, desenvolvimento e conclusão, parágrafo, número de linhas mínimas e máximas para serem usadas, concordância, emprego das classes gramaticais corretamente. Tudo bem, isso é necessário. Mas também é necessário ensinar tudo isso ao aluno na prática, a partir da leitura, primeiro antes do mesmo começar a escrever por conta própria ele tem que ler alguns autores, observar as palavras, o vocabulário alternativo, para que assim possa enriquecer a sua escrita e só desta maneira estará preparado para escrever qualquer tipo de redação.
Mais de 50% dos alunos brasileiros, são analfabetos funcionais, sabem ler mas não entendem o que leu. Daí surge-se uma pergunta, qual o motivo desse quadro alarmante? A leitura deve ser estimulada desde os primeiros anos iniciais. Tudo começa na alfabetização, onde eles estão começando a ler, aí entra o educador, o qual tem que levar para sala de aula pequenos textos que fazem sentido e não objetos mecânicos que ensina somente juntar as letras. Então podemos perceber que uma das respostas para a pergunta é a falta de estrutura quanto a leitura que o aluno vem trazendo em sua bagagem dos anos iniciais.
Vamos incentivar nosso aluno a ler, levando para a sala de aula livros infantis, os pais devem comprar livros infantis que passam em comerciais televisivos. Vamos fazer uma pequena biblioteca na sala ou na nossa casa com livros que interessam aos alunos. E além disso explicar para ele a importância da leitura em nossa vida.
Ler é fundamental!
"High Tech
Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de local de Informações Variadas Reutilizáveis e Ordenadas - L.I.V.R.O.
L.I.V.R.O. representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado. É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo: basta abri-lo!
Cada L.I.V.R.O. é formado por uma sequência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e são capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que a mantém automaticamente em sua sequência correta.
Através do uso intensivo do recurso TPA - Tecnologia do Papel Opaco permite que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade! Especialistas dividem-se quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. E que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso porém os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, atraindo críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.
Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.
Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo a próxima página. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retornado a qualquer momento, bastando abri-lo. Ele nunca apresenta ERRO GERAL DE PROTEÇÃO, nem precisa ser reinicializado, embora se torne inutilizável caso caia no mar, por exemplo. O comando 'browse' permite acessar qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda já vem com o equipamento 'índice' instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.
Um acessório opicional, o marca-páginas, permite que você acesse o L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na última utilização mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos amrcadores de página é total, permitindo que funcione em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. sem necessidade de configuração. Além disso, qualquer livro suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.
Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O., através de anotações em suas margens. Para isso, deve-se utilizar de um periférico de Liguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada - L.A.P.I.S. Portátil, durável e barato o L.I.V.R.O. vem sendo apontado como o instrumento de entertenimento e cultura do futuro. Milhares de programmadores desse sistema já disponibilizaram vários títulos e upgrades utilizando a plataforma L.I.V.R.O.
( Millor Fernandes)
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Gestão Escolar
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| renariquemes.blogspot.com |
Muitos questionam o papel do gestor, pessoas muitas vezes leigas no assunto, e que colocam sua opinião de como deve ser a gestão de uma escola sem um embasamento científico e totalmente no senso comum. Não estou defendendo nem a classe e muito menos governo nenhum, apenas estou sendo realista.
A gestão escolar é algo muito sério e que envolve muitas pessoas direta e indiretamente. Eu pessoalmente, defendo a gestão democrática e participativa, a partindo do ponto de que a escola é de todos porque ela está inserida dentro da comunidade e ela faz parte da comunidade, então todos tem vez e voz dentro da mesma, claro, respeitando sempre os limites que são necessários para uma boa organização escolar. O gestor não tem que ser a voz única dentro da instituição, tanto os professores quanto os demais profissionais dentro das suas respectivas funções, assim também como os pais dentro das suas qualidades como tais, tem o direito de estarem a par das decisões, e principalmente participarem delas.
Convivemos hoje com pessoas difíceis em várias áreas, e mais normal ainda com gestores autoritários que agem como se a escola pertencesse a ele, onde todas as decisões são tomadas por conta própria, sem que se faça uma reunião, para pelo menos ouvir o que as pessoas tem a dizer sobre o assunto. Escola é séria e democrática, ou pelo menos deveria ser, demais para que uma pessoa sozinha possa está carregando-a "nas costas". Na verdade o que os gestores devem ter consciência é que a função dele é liderar uma equipe e não mandar na equipe. Ouvir sempre o que as pessoas tem a dizer, seja em forma de ideias, de críticas ou de elogios, a opinião é importante no crescimento do profissional.
Aos getores, que adoram o pradigma estático, que nunca mundam de opinião, porque se ele é o gestor da escola quem manda nela é ele. Não sejam impetulantes e nem prepotentes, porque a gestão escolar está muito longe dos seus ideais, mude seu paradigma e lute por uma escola democrática, só assim a nossa educação dará um salto fundamental para um futuro brilhante.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Música na educação
Hoje muito se busca algo novo para fazer com que os alunos tenham o interesse pela sala de aula. Por isso, venho falar de uma forma de atração do aluno para o ambiente educacional: a música. Ela (música) não é uma estratégia nova para a educação e sim uma metodologia que se transforma a cada época. Não se deve usar desse "artefato" para preencher o seu planejamento, sem ter um embasamento científico, uma proposta pedagógica, ou seja, sem nenhum objetivo, a música está disponível para o recinto escolar para que o educador faça uso dela para iniciar um assunto, para dinamizar a aula que muitas vezes se torna cansativa e corriqueira por causa da rotina que assola a nossa prática muitas vezes ultrapassadas.
É interessante observar como as instituições educacionais usam a música. Ela é usada muitas vezes para apresentações em "festinhas" como o dia das crianças, dia das mães, dos pais, 7 de setembro, etc. Não se busca a música como instrumento para se alcançar um aprendizado, um conhecimento. Já parou para pensar em levar para sala de aula uma música e pedir para os alunos reescrever a letra da mesma? Amigo educador, você estará trabalhando produção de texto de forma diversificada: uma atividade que outrora era vista com repugnação, hoje é realizada prazerosamente a partir da música.
A música traz uma proposta muita interessante para nós enquanto educadores: ensinar de forma lúdica, eficaz e prazerosa.
Observe abaixo a função da música na formação dos alunos:
"(a) o despertar da sensibilidade e da criatividade do aluno. Nesse caso, a música teria por função transformar os alunos em seres ou 'cidadãos melhores', por meio do estímulo à auto-expressão, do 'despertar' da sensibilidade e da criatividade.
(b) formação do gosto do aluno. O combate a música veiculada pela mídia também seria um dos papéis da música na escola...
(c) autotranformação do aluno. Parte-se do princípio de que o contato com a música desenvolveria a capacidade de autotransformação, tornando os alunos mais felizes."
(DUARTE,Mônica de A. Artes na educação vol 1. Rio de Janeiro: Fundação CECIERJ,2009. p. 54,55,56.)
Vamos Fazer a nossa parte, ENSINAR CANTANDO!
"Se fosse ensinar a uma criança a beleza da música
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria
sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".
não começaria com partituras, notas e pautas.
Ouviríamos juntos as melodias mais gostosas e lhe contaria
sobre os instrumentos que fazem a música.
Aí, encantada com a beleza da música, ela mesma me pediria
que lhe ensinasse o mistério daquelas bolinhas pretas escritas sobre cinco linhas.
Porque as bolinhas pretas e as cinco linhas são apenas ferramentas
para a produção da beleza musical. A experiência da beleza tem de vir antes".
( Rubens Alves)
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Ensinar Exige Comprometimento ( Paulo Freire)
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| quebrato.com.br |
Paulo Freire foi bem feliz em colocar este subtítulo no seu livro Pedagogia da autonomia, observamos hoje que as pessoas estão muito preocupadas com sua correria do dia a dia, com o salário baixo, muitas vezes buscando trabalhar o dobro para ganhar mais. O professor de hoje está desmotivado pela sua desvalorização dentro da sua função e acaba por deixar a desejar o seu trabalho, trabalho este que é necessário muito comprometimento e doação a partir da pessoa que educa, pois o meu aluno de hoje, poderá ser amanhã uma pessoa bem sucedida ou uma pessoa que não terá um futuro tão brilhante e dependerá para sempre de Bolsa Família, PETI e/ou outros projetos do governo para auxiliar pessoas carentes. Falando disso me veio a mente uma situação bem pertinente ao assunto, em uma determinada escola que eu trabalho, um aluno chegou para mim e para diretora da instituição e nos falou: "vou parar de estudar." e ai eu perguntei o que ele estaria pensando em fazer da vida sem estudar e ele logo me respondeu "Vou trabalhar na roça e ganhar dinheiro.", este aluno se não for é um dos mais peraltas da escola, e ele vai para escola obrigado e não por que quer, e ai eu pergunto: o que nós educadores estamos fazendo para mudar este quadro? Nada. O aluno não gosta de ir a escola, quando chega no ambiente que ele deveria gostar mais, se depara com um(a) sujeito(a) no quadro negro, lotando o mesmo de atividades e falando sem parar, onde parece que ele não tem voz e nem vez, então o que ele faz? Tenta fugir o máximo possível deste "martírio". O professor deve sempre ouvir o aluno, levar o conteúdo ao mesmo de maneira dinâmica, deixar bem claro que com o estudo já é ruim, sem ele é pior ainda e que só o conhecimento (fugindo da metafísica e da religiosidade) pode nos abrir caminhos que outrora nem se imaginava que se abriria.
Faz parte também do ensinar exige comprometimento, a formação continuada do profissional da educação. Tudo evolui, a educação, o conhecimento,os alunos. Se nós ficarmos estagnados, ficaremos obsoletos e tudo que levarmos para nossos alunos não irá interessá-los pois já passou, por isso a importância de estarmos sempre em formação, sempre aprimorando nosso conhecimento. O professor que não busca se atualizar, o professor que não quer "perder tempo" em seminários, ou em universidades, não está preocupado em levar o melhor para seus alunos e portanto deve ser chamado apenas de professor e jamais de educador, porque professor é uma profissão com outra qualquer e educador é vocação, um chamado, um sacerdócio. E digo mais, esse professor não tem nenhum compromisso com a educação, apenas está entre nós por falta de opção, assim como o joio está misturado com o trigo. A todos nós educadores vai um apelo: VAMOS NOS COMPROMETERMOS COM A EDUCAÇÃO DE NOSSO PAÍS, POIS SÓ ELA É CAPAZ DE DAR EMANCIPAÇÃO AO SUJEITO!
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